O Ministério da Saúde divulgou a lista dos 371 hospitais públicos
habilitados a fazer a retirada das próteses mamárias de silicone das marcas Poly Implant Prothese (PIP) e
Rofil. Na semana passada, o ministério anunciou o passo a passo para o
atendimento às mulheres com próteses das duas marcas.
A orientação é para a paciente procurar
imediatamente o hospital público ou a clínica particular onde fez o implante
para uma avaliação da condição da prótese. Caso esteja distante da unidade de
saúde onde fez o implante, deve buscar atendimento em um um dos hospitais
indicados na lista ou em qualquer centro de especializado do Sistema Único de
Saúde (SUS).
Os médicos devem usar ultrassom para confirmar se o
silicone vazou ou não. O profissional pode solicitar também uma ressonância
magnética. Todas as pacientes com próteses das marcas devem ser examinadas,
mesmo aquelas sem sintomas de problemas nos implantes.
As pacientes com ruptura comprovada da prótese e
com antecedente de câncer de mama terão prioridade para retirada e troca do
implante. Nos outros casos, a substituição será feita somente com indicação
médica. Uma reavaliação deve ser feita a cada três meses.
O governo determinou que a rede pública e os planos de saúde paguem pela
retirada e troca das próteses, independentemente do motivo do implante, seja
estético ou não. Calcula-se que 20 mil brasileiras tenham implantes da marca francesa
PIP e da holandesa Rofil.
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