BBC Brasil/LH
Coca-Cola e Pepsi estão mudando
as receitas das bebidas vendidas nos EUA para não serem obrigados a colocar uma
etiqueta de advertência sobre risco de câncer em suas embalagens, para cumprir
as leis da Califórnia. As informações são da BBC.
A nova fórmula tem menos
4-metilimidazol, também conhecida como corante de caramelo, uma substância
química que a Califórnia adicionou na lista de agentes cancerígenos. A mudança
para a receita já foi introduzida na região.
As empresas dizem que a
implantação da nova receita em todo os EUA faz com que as bebidas se tornem
mais eficientes para a fabricação. "Embora acreditemos que não há risco
para a saúde pública que justifique qualquer alteração, pedimos essa alteração
aos nossos fornecedores de caramelo. Desta forma nossos produtos não estão
sujeitos à exigência de um aviso cientificamente infundado", disse a
representante da Coca-Cola Diana Garza-Ciarlante à Associated Press.
De acordo com um estudo, o
produto químico foi associado a casos de cancro, mas não há nenhuma evidência
de que ele coloca risco para a saúde de seres humanos.
A US Food and Drug
Administration afirma que uma pessoa precisaria beber mais de mil latas de
Coca-Cola ou Pepsi por dia para ingerir a mesma dose do produto químico que foi
dado aos animais durante os testes de laboratório. Coca-Cola e PepsiCo dominam
quase 90% do mercado de bebida gaseificada, de acordo com a Beverage
Digest.Coca-Cola e Pepsi estão mudando as receitas das bebidas vendidas nos EUA
para não serem obrigados a colocar uma etiqueta de advertência sobre risco de
câncer em suas embalagens, para cumprir as leis da Califórnia. As informações
são da BBC.
A nova fórmula tem menos
4-metilimidazol, também conhecida como corante de caramelo, uma substância
química que a Califórnia adicionou na lista de agentes cancerígenos. A mudança
para a receita já foi introduzida na região.
As empresas dizem que a
implantação da nova receita em todo os EUA faz com que as bebidas se tornem
mais eficientes para a fabricação. "Embora acreditemos que não há risco
para a saúde pública que justifique qualquer alteração, pedimos essa alteração
aos nossos fornecedores de caramelo. Desta forma nossos produtos não estão
sujeitos à exigência de um aviso cientificamente infundado", disse a
representante da Coca-Cola Diana Garza-Ciarlante à Associated Press.
De acordo com um estudo, o
produto químico foi associado a casos de cancro, mas não há nenhuma evidência
de que ele coloca risco para a saúde de seres humanos.
A US Food and Drug
Administration afirma que uma pessoa precisaria beber mais de mil latas de
Coca-Cola ou Pepsi por dia para ingerir a mesma dose do produto químico que foi
dado aos animais durante os testes de laboratório. Coca-Cola e PepsiCo dominam
quase 90% do mercado de bebida gaseificada, de acordo com a Beverage Digest.
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